Onde Estamos

Escola Alcance - Hamamatsu - Japão



Endereço:433-8119 Shizuoka-Ken, Hamamatsu-shi, Naka-ku, Takaokakita 2-1-20


Telefones: (053)430-6340

Parecer CEB/CNE Nº 25/07, de 07/11/07
Ensinos Fundamental e Médio
Diretora Pedagógica: Sônia Mª. A. Nakashima

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Escola Alcance e Sistema Maxi de Ensino

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Hamamatsu Festa Samba 2011



Em comemoração aos 100 anos da cidade de Hamamatsu, foi realizado o evento Hamamatsu Cup Festa Samba.

Promovendo o intercâmbio entre japoneses e estrangeiros, foram convidados times de samba de todo país, divulgando a cidade de intercâmbio multicultural Hamamatsu.

Parabéns a todos que se dedicaram para que mais uma vez a Escola Alcance tivesse seu trabalho reconhecido.

Assista ao vídeo com um trecho da apresentação clicando AQUI.

Brasileirinhos no Mundo - Premiação


Dois alunos da Escola Alcance, em Hamamatsu, foram premiados pelos desenhos que fizeram no II Consurso de Desenho Infantil "Brasileirinhos no Mundo". Lucas Ken Shinohara e Gustavo Yudi Shimabuco receberam kits de premiação contendo mochila, bandeira do Brasil, bolas de futebol, futsal e handbol, boné, camiseta, jogo de damas e livros diversos. A cerimônia foi organizada na Escola Alcance, e contou com a presença dos pais dos alunos premiados.

sábado, 24 de setembro de 2011

Cyberbullying: a violência virtual



Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador. Veja a seguir o que caracteriza a ação de cada um deles nos casos de violência entre os jovens.

Vítima:
Costuma ser tímida ou pouco sociável e foge do padrão do restante da turma pela aparência física (raça, altura, peso), pelo comportamento (melhor desempenho na escola) ou ainda pela religião. Geralmente, é insegura e, quando agredida, fica retraída e sofre, o que a torna um alvo ainda mais fácil. Segundo pesquisa da ONG Plan, a maior parte das vítimas - 69% delas - tem entre 12 e 14 anos. Ana Beatriz Barbosa Silva, médica e autora do livro Bullying: Mentes Perigosas na Escola, cita algumas das doenças identificadas como o resultado desses relacionamentos conflituosos (e que também aparecem devido a tendências pessoais), como angústia, ataques de ansiedade, transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, além de fobia escolar e problemas de socialização. A situação pode, inclusive, levar ao suicídio. Adolescentes que foram agredidos correm o risco de se tornar adultos ansiosos, depressivos ou violentos, reproduzindo em seus relacionamentos sociais aqueles vividos no ambiente escolar. Alguns também se sentem incapazes de se livrar do cyberbullying. Por serem calados ou sensíveis, têm medo de se manifestar ou não encontram força suficiente para isso. Outros até concordam com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta. O discurso deles vai no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?" Aqueles que conseguem reagir alternam momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não é covarde ou quando percebe que seus agressores ficaram impunes, a vítima pode escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

Agressor:
Atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima. O anonimato possibilitado pelocyberbullying favorece a sua ação. Usa o computador sem ser submetido a julgamento por não estar exposto aos demais. Normalmente, mantém esse comportamento por longos períodos e, muitas vezes, quando adulto, continua depreciando outros para chamar a atenção. "O agressor, assim como a vítima, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos", explica Luciene.

Espectador:
Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva ocorre por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido. "O espectador pode ter senso de justiça, mas não indignação suficiente para assumir uma posição clara", diz Luciene. Também considerados espectadores, há os que atuam como uma plateia ativa ou uma torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas, tornando-se coautores ou corresponsáveis.


Fonte: Revista Nova Escola

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Do mundo para Hamamatsu, de Hamamatsu para o Mundo!

No final de 2010 nossos alunos participaram de um concurso pela Fundação para Comunicação e Intercâmbio Internacional e Hamamatsu (Hice)e obtivemos 6 colocações dentre os premiados.

Veja a matéria publicada na 6a. edição da Revista Pride Brazil:

domingo, 24 de outubro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Integração Família Escola




"Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai." (Sigmund Freud).

Os pais têm um papel definido no processo educacional dos filhos: Trata-se de debater, estudar, refletir e analisar as relações afetivas entre pais e filhos promovendo o equilíbrio e favorecendo o bem estar da criança, do adolescente ou do jovem.

A educação completa deve ser meta prioritária da participação dos pais e dos responsáveis para que juntamente com a escola vençam desafios cotidianos. "Para evitar conflitos e choques, o pai, a mãe ou o responsável devem reconhecer que a forma como eles aprendem é diferente de como a criança ou o jovem aprende hoje"

Cada escola tem o seu perfil e atende a um grupo de alunos especifico, e cada família trem a sua maneira de viver a vida. Ambos deverão estar juntos na formação da criança, do adolescente e do jovem, mas isto não incumbe a escola de ter que educar ou se responsabilizar pelos valores de conduta que os pais devem transmitir aos filhos.
É preciso haver um dialogo e uma relação que garanta à criança e ao jovem estudante a certeza de que sua família e a escola em que estudam comunguem os mesmos valores. Mesmo que cada uma tenha atitudes próprias o objetivo é o mesmo: O bem-estar e a felicidade da criança e do jovem.

Educar é uma arte, e então para isso devemos ficar atentos, normas existem e são fundamentais a todas as idades.
Não podemos dar privilégios sem responsabilidade, ou seja, os pais devem recompensar os filhos somente quando houver esforço e dedicação. Infelizmente quando os filhos tiram notas boas alguns pais acham que eles não fizeram mais que a obrigação, mas diante de uma nota baixa aplicam a punição, não é esse o caminho. Todo esforço merece ser recompensado, independentemente da nota obtida, e toda falta de esforço deve ser punida com a retirada das recompensas. A recompensa não é presente, mas privilégios como jogar vídeo game, assistir à TV, navegar na internet. Toda casa deve estipular regra, metas. Essas recompensas deviam ser pelas metas cumpridas.

Devemos falar "sim" quando possível, e "não" quando necessário.

A criança e o adolescente devem participar da vida familiar, com obrigações e responsabilidades de acordo com sua idade. Só assim elas se sentirão valorizadas no ambiente familiar.

Se você não consegue dar limites ao seu filho, não adianta colocar numa instituição super tradicional e autoritária, pois sem mudar seus hábitos em casa, a criança entrará em conflito e ficará insegura.

A integração família escola é fundamental para o crescimento e formação do caráter e para isso ambos devem andar de mãos dadas sempre.

Texto por: Sônia Nakashima - Pedagoga

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